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domingo, 16 de dezembro de 2012
sábado, 15 de dezembro de 2012
Nós Somos Católicos
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sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Vida e Obra de São João Maria Batista Vianney
João Maria Vianney
nasceu no dia 8 de maio de 1786 em Dardilly, aldeia a 10 quilômetros ao norte
de Lyon, na França, era o quarto filho de Mateus Vianney e Maria, sendo o pai
de João um proprietário de terra com doze hectares que ele mesmo Cultivava. João
Maria Vianney foi batizado no mesmo dia em que nasceu. Desde criança o pequeno
João Maria queria ser padre, aos quatro anos ia sempre à igreja e gostava de
rezar sempre.
Nesse período a cidade de Lyon se encontrava em conflito e a
liberdade religiosa ficou ferida, para manter a ordem na cidade, o padre
aceitou se sujeitar às normas do Estado para não fechar a igreja, porém pouco
depois a igreja foi fechada pela repressão em 1794. Mesmo assim, João
continuava suas orações em seu quarto. Depois da revolta da época, a população
estava na miséria, e João sempre ajudava os mais pobres e necessitados,
destacando-se entre os garotos de sua época.
Aos treze anos de idade João Maria
Vianney foi morar na casa de um tio em Écully para ser catequizado pelas freiras,
que também o ensinou a ler e escrever, João pouco conhecia a língua francesa,
pois falava em sua casa um dialeto regional. Em 1799 João recebe a primeira
comunhão em um quarto de uma casa em Écully, para não levantar suspeitas foi
colocada uma carroça de feno na frente da janela, com todo esse clima de tensão
João fica sensibilizado com a coragem do padre e assim desejava ardentemente
ser um sacerdote. Aos vinte anos João inicia seus estudos em vista do
sacerdócio, porém suas dificuldades com o francês o impedia de bem realizar
seus estudos e ainda o latim, língua litúrgica na época, que João aprendia com
dificuldades, mas era bem esperto quando o ensinavam em linguagem simples.
Para
conseguir êxito em seus estudos João faz uma peregrinação a Louvesc, onde
estava enterrado são Francisco Régis, de quem se falava que de Deus conseguiria
qualquer graça, fez o percurso de cem quilômetros a pé e ainda como mendicante,
quase morreu de fome e no fim da trajetória ele diz “só mendiguei uma vez na
minha vida e me dei mal. Foi então que aprendi que é melhor dar que receber.”
Quando a guerra
estourou João Maria foi convocado, mas em meio à guerra ele ficou gravemente
enfermo e fugiu para aldeia dos Robins, onde ficou amigo de boa parte da
população e assim ele não foi denunciado. Quando o irmão mais novo que João
completou a maioridade ele se ofereceu para lutar no lugar dele, já que o pai
de João teve que pagar altas multas, o irmão nunca mais voltou desse combate.
João ingressara no seminário de Varrières no dia 1° de novembro de 1812. Mas no
fim da filosofia João fora dispensado pelo seu fraco rendimento, mas, logo
ingressou em um seminário Saint-Irènée, mas nesse seminário todas as aulas são
ministradas em latim, fazendo que João reprove nas primeiras provas e novamente
é mandado para casa.
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Coroa do Advento
Os
cristãos, preparando-se para sua festa de luz e de vida, o nascimento do
Salvador, aproveitaram esse costume pagão, e passaram a acrescentar uma vela à
Coroa em cada domingo do tempo do Advento. Essas luzes relembram a escuridão do
mundo pecador antes do Salvador, a promessa da Salvação, a preparação para o Messias
pelos profetas e, finalmente, a Virgem que deu à luz a um filho chamado
Emanuel: Deus conosco.
A coroa, um círculo sem início e sem fim,
simboliza a eternidade, a nova aliança de Deus
com a humanidade. É também um sinal do amor de Deus que é Eterno.
Os ramos verdes simbolizam a vida e a
esperança, essa mesma esperança que
leva a perseverança, uma entrega total da vida a Deus.

As velas representam os séculos de escuridão,
cada uma aumentando a luz até o Natal, quando comemoramos o nascimento de
Jesus, a Luz eterna. As quatro
velas: uma vela para cada domingo que antecede ao dia 25 de dezembro, cada vela
de cor diferente que representa as cores litúrgicas do calendário litúrgico. As
velas da coroa são acesas (a cada domingo mais uma), para iluminar a vigília do Advento, a preparação para vinda da Luz
do Mundo, Jesus
Cristo.
·
NA
PRIMEIRA SEMANA É ESPERANÇA
·
NA
SEGUNDA SEMANA É A PAZ
·
NA
TERCEIRA SEMANA É A ALEGRIA (VELA ROSA)
·
NA
QUARTA SEMANA É O AMOR
A vela branca é Cristo e está no
centro da coroa. Simboliza que Jesus é deve ser o centro em
nossa Vida. Tudo por Jesus e com Jesus.
Vamos nos preparar para receber o menino Deus.
Paz e bem!!!
Seminarista Elisvaldo Amaral
Fontes:
1. O
POVO DE DEUS: FOLHA SEMANAL DA ARQUIDIOCESE DE BRASÍLIA . Ano XLVIII -
Brasília, 02 de dezembro de 2012 - Nº 1 / PRIMEIRO DOMINGO DO ADVENTO – ANO
C – SÃO LUCAS ANO DA FÉ
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Obra e Vida de Santa Catarina de Sena
Catarina
nasceu em 25 de março de 1347, na cidade de Siena que fica na Península
Italiana, tinha como pai Tiago Benincasa que tinha a profissão de tintureiro de
lã e a mãe Lapa Piagenti, a qual amava muito a filha caçula, mas a própria mãe
demorou muito tempo para entender a espiritualidade da filha, provavelmente a
mãe só compreendeu antes de morrer com 90 anos.
Aos
seis anos de idade Santa Catarina teve sua primeira experiência Mística ,
quando estava voltando de uma visita a uma irmã junto com seu irmão Estevão ,
avistou sobre a Igreja de São Domingos uma visão de Jesus Cristo utilizando
paramentos sacerdotais e sentado sobre um trono sustentado por duas nuvens, o
irmão não entendeu, pois Catarina pôs-se a adorar ali mesmo , então Estevão
começou a chama-la e quando ela desviou o olha para explicar ao irmão , a
imagem sumiu e ela pôs-se a chorar inconsolavelmente, quando chegou em casa
contou a seus parentes mas apenas a mãe acreditou e guardou isso para contar
mais tarde a um Frei que fora o primeiro Biografo da Santa.
Aos
sete anos Catarina decidiu não se casar, mas quando chegou aos seus 12 anos,
como de costume ela foi obrigada a se enfeitar e participar de festas para
arrumar um noivo, pois seus pais não queriam mais uma solteirona em casa, então
Catarina muito desajeitada não arrumava nenhum rapaz que quisera ser seu
pretendente, então sua mãe e sua irmã Boaventura tiveram uma ideia e mandaram
Catarina morar com a irmã para se melhor portar, e deu certo Catarina passou a
usar perfumes, a arrumar o cabelo entre outras coisas, mas algo de interessante
e trágico aconteceu, quando enquanto Catarina estava na casa da irmã durante um
parto a irmã morreu e ela voltou para casa dos pais.
Após
Catarina de Sena rejeitar mais um noivo, a mãe Lapa ficou furiosa e substituiu
a criada por ela, mas oque para muitos seria motivo de Tibieza pois ela não
podia mais meditar a palavra nem rezar no quarto de oração, para ela foi um
grande aprendizado pois ela aprendeu a ficar na cela de seu coração, com isso
depois de muito tempo um dia seu pai Tiago entrou no quarto de Catarina e a viu
em oração estática e chamou sua mulher e ambos ficaram admirando sua filha e
logo após isso Catarina falou que não adiantava pois ela não iria se casar de
forma alguma, então seu pai tomou a decisão de deixa-la livre para seguir sua
vocação.
Então
quando Catarina chegou aos seus 16 anos já não podia esperar para entrar na
Ordem Penitente de São Domingos (O.P.), era uma comunidade de Leigos que viviam
sobre as leis de São Domingos, pois ela sempre foi regida por essa Ascese de
São Domingos e já com um sobrinho lá ficava mais fácil de entender e de
conviver com a Ordem, então ela teve um sonho onde o Santo falava que lhe daria
um habito branco com véu preto (símbolo da Ordem), porem a pessoas que
constituíam a Casa em Siena eram apenas mulheres casadas e também viúvas
avançadas na idade, depois de convencer sua mãe mas não convencendo as madres,
enfrentou uma profunda doença, e afirmou aos pés da mãe que morreria se não
fosse admitida na Ordem Penitente, depois de tal ameaça as irmãs falaram que
algo que lhes preocupava muito era a beleza de Catarina, porem quando a
visitaram e viram seu estado deplorável admitiram ela como membro da Ordem, e
em um domingo muito alegre e depois que Catarina melhorou os Padres da Ordem
entregaram o habito penitencial.
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Testemunho de um Seminarista
Consagro esta breve partilha ao
Imaculado Coração da Santíssima Virgem Maria para que ela conduza todos os
leitores ao conhecimento de seu dileto filho.
Antes de mais
nada acho justo uma breve apresentação. Meu nome é Gustavo, tenho vinte e dois
anos, sou filho de pais separados, tenho uma irmã mais velha (casada, e linda
por sinal). Formado em Artes Cênicas (licenciatura) na Universidade de Brasília
e atualmente sou seminarista. Porém como diz a música “Você não sabe o quanto
caminhei pra chegar até aqui”.
Como todo e
qualquer jovem sempre me questionei sobre o meu papel na sociedade. É muito
comum ouvirmos que devemos tornar o planeta em um espaço melhor e agradável,
que cada ser humano tem sua função, sua importância no mundo. Eu, não diferente
dos outros jovens, me questionava e queria saber por que vim ao mundo.
Como
acreditar em Deus depois de tanto sofrimento?
De tanta angustia? Minha Mãe ainda doente falava para que nós nunca
desistíssemos de Deus, pois ele sempre nos ensina com as adversidades da vida.
Assim continuamos vivendo, sofrendo pela ausência do meu pai e ainda mais com a
doença da minha mãe.
Comecei a
fazer teatro como terapia, já que não sabia controlar o excesso de sentimentos
que passava naquele momento. Então me apaixonei de tal modo pela arte que
resolvi me dedicar a ela. No entanto, não conseguia passar na UnB de jeito
maneira. Resolvi fazer uma barganha com aquela que sempre me auxiliou. Disse a
Virgem Maria que se ela me desse à graça de passar nos vestibular eu seria
sacerdote.
Durante todo o
curso sempre batia uma inquietude quando pensava na minha vocação. O coração
ardia em ver um padre celebrando o santo sacrifício, achava lindo um padre que
por amor usava batina, me atraí a radicalidade de alguns pregadores, mas pela
realidade que vivia na UnB e por ter novos sonhos, o sacerdócio foi esquecido
mais uma vez. No ultimo ano do curso todas as inquietudes voltaram com mais
intensidade. Passei a querer de Deus grande sinais, grandes manifestações da
minha vocação; queria que o céu se rasgasse e uma voz extraordinária falasse:
EIS O MEU FILHO MUITO AMADO QUE EU CHAMO AO SACERDÓCIO. Isso, porém, nunca
aconteceu. Com o auxílio de um diretor espiritual fui percebendo que Deus se
manifestava com pequenos gestos, no cotidiano. E isso foi suficiente para que
desse o primeiro passo de ir nos encontros vocacionais do Seminário Maior
Arquidiocesano.
Hoje estou no
seminário e tenho uma vida que não é muito fácil, porém contraria a todo meu
pensamento poético de achar que aqui eu sentiria e morreria de amor por Jesus
que está a uns cinco metros do meu quarto. Embora, exista muitas dificuldades
“EU SEI EM QUEM COLOQUEI MINHA FÉ” e sei que ele nunca me abandonou e nunca me
abandonará. Se amor é decisão a cada dia me decido por viver para Cristo.
Seminarista Gustavo Xavier
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Amar não só com palavras, mas com atitudes
As pessoas da sociedade de hoje
estão tão preocupadas com seus próprios problemas e interesses que o próximo se
tornou algo insignificante e, na maioria das vezes, é visto como um perturbador,
com isso, as pessoas sentem, a cada dia que passa, mais dificuldade de ser para
o outro um suporte diante das dificuldades da vida, e infelizmente temos o
crescimento de pessoas que aderem consciente e inconscientemente o
individualismo como regimento de suas vidas, com isso vão embarcando num
itinerário rumo à solidão e a tristeza.
Um dos efeitos deste estado de
isolamento, também algo muito comum que vem causando muito sofrimento às
pessoas em nossos dias, é a depressão. Ela é uma doença que faz com que os
indivíduos entrem numa tristeza profunda perdendo a esperança e a alegria de
viver.
Havia uma senhora, professora por muitos anos,
que vivia muito só e tinha por família apenas uma filha, mas raramente se
encontravam, pois não se relacionavam muito bem, contudo, estava passando por
problemas de saúde quando veio a conhecer outra educadora que mudara para a
mesma escola que trabalhara. Fizeram uma bela amizade e juntas faziam orações e
conversavam bastante, uma era para a outra um sinal de Deus. Certa semana, a mulher
debilitada faltou por uns dias e nem sequer deu satisfações do motivo, o que
desencadeou na novata a curiosidade em saber o porquê do sumiço desavisado.
Após
ligações não atendidas, ela partiu da escola com duas professoras, que eram
mais próximas, rumo à casa da desaparecida, e logo que chegaram à recepção do
edifício o porteiro lhes disse que também não a via há alguns dias, por isso,
rapidamente ligaram para a filha dela e pediram permissão para entrar no
apartamento, pois vizinhos comentaram a presença de moscas e mau cheiro no
corredor. Depressa chamaram um chaveiro e conseguiram abrir a porta, chamaram
por ela e nenhum sinal, quando entraram em seu quarto, lá estava ela, deitada
em sua cama toda suja de fezes e urina e desacordada, prontamente se puseram a
banhá-la e em seguida a encaminharam ao hospital. O diagnóstico revelou que ela
havia sofrido uma série de Acidente Vascular Cerebral (AVC), mas, depois de
tudo isso, ela ainda está viva, porém hospitalizada e em estado de coma
profundo.
Quis dizer isso para ilustrar que mesmo com a
reclamação do mau cheiro e com a ausência há dias daquela mulher, nenhum
vizinho e nem tampouco o porteiro, tendo percebido que havia algo de errado,
foram capazes de tomar alguma providência. Entretanto, o foco principal aqui é
a companheira de trabalho que se preocupou e tomou a atitude de ir ao seu
encontro. Por isso, mesmo que a humanidade, em sua grande maioria, esteja
voltada para si mesma, há pessoas que vivem para o outro e dedicam, se não
todo, mas parte de seu tempo em prol da vida e da solidariedade. Uma música nos
diz: Quem vive para si empobrece seu viver,
quem doar a própria vida, vida nova há de colher. Portanto quem perde o sentido da vida é porque
não descobriu que o sentido dela é fazer-se vida para o outro.
Seminarista Rafael Ribeiro
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O Amor e o Tempo
Quando
falamos de amor e de tempo, nos deparamos com duas medidas: a de eternidade –
por analogia - e a de finitude – por facticidade, respectivamente. Sim, por que
o que será o amor senão manifestação da infinita bondade de Deus? O que será o
amor senão esse ato supremo da vontade de Deus que permanece fiel a si mesmo? O
que será o amor senão a decisão eterna e a medida inexaurível da ação de Deus,
que se entrega a nós num movimento perene, absoluto, fazendo-nos capazes Dele
mesmo? O amor é justamente expressão do ser e do agir de Deus!
E
o tempo? Ah, que medida preciosa da graça de Deus que atua na criação e ordena
todas as coisas, segundo o seu transcurso, elevando-as à plenitude da
eternidade! Que revelação preciosa da ação de Deus, que é eterno, na finitude
de suas obras! O tempo é verdadeiro lugar de encontro com o Senhor;
constitui-se legítimo espaço de comunhão entre Deus e o homem à medida que,
pelo dom inefável da revelação Divina e pela livre adesão humana, deixa de ser
simples “passar” (“chronos”) e torna-se vislumbre do absoluto, eterno e
imutável (“kayrós”).
Mas,
e quando estas realidades do amor e do tempo parecem não se tocar, por causa de
nossas decisões? E quando se se deixa de considerar a envergadura e importância
totais de ambos e se passa a acreditar que se pode viver alheio de um ou de
outro? Quando a postura que se adota é essa, instrumentaliza-se a um e a outro.
Ambos são de importância absoluta para a correta integração do homem, enquanto
ser inteiro, voltado à eternidade, ao infinito; ao mesmo tempo que inteiramente
participante do mundo material. Se se prescinde de uma realidade ou de outra,
seja do amor, seja do tempo, fragmenta-se o homem. É bem verdade ainda que,
apesar do esforço por apresentar um e outro, não devem ser vistos como aspectos
dissociados. São, na verdade, realidades que se enlaçam, o amor e o tempo.quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Grito do Coração
Eis aqui minha
vida, Senhor, ajudai-me a vencer as dificuldades que estão por vir, que vossa
graça divina me dê forças para derrotar todos os males que me rodeiam.
Maria
Santíssima, Mãe querida minha, me cubra com seu manto sagrado e me guie na
caminhada que escolhi e que vou enfrentar, também nas minhas dificuldades espirituais porque assim eu posso combater o mal. Quero vencer o meu nervosismo quanto aos
estudos, por isso me ensinai a estudar, a rezar e me ensinai a vivenciar, na vida comunitária, como a Sra. vivenciou a morte de seu Filho, no silêncio da vossa graça. Este
fardo se torna pesado demais se eu carregar sozinho. Mãe eu vou carregar a minha cruz, como
seu Filho carregou a Cruz para o Calvário na sua companhia, mesmo no silêncio
eu sei que você está sempre ao meu lado.
Mãezinha eu TE AMO, Maria
Santíssima.
Seminarista Raimundo Filho
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Você aceita um pedacinho do céu?
São Lucas, o escritor da mansidão de Cristo
As devoções aos santos são muito comuns na Igreja Católica. Estes nos servem de exemplo para a nossa caminhada cristã, sem nunca perder de vista nosso maior exemplo, Jesus Cristo. Há muitos santos, alguns mais populares que outros, como por exemplo São Francisco de Assis ou São Bento. Cada um com seus ensinamentos, com os seus milagres, enfim, com o seu exemplo. Por isso, resolvi escrever sobre o santo ao qual tenho devoção, São Lucas Evangelista. Muito conhecido, porém pouco se houve falar em devoções a ele. Infelizmente, não temos muitas informações sobre sua vida; não tanto quanto temos de santos que viveram mais recentemente. Mas, consegui reunir algumas informações que adquiri com um pouco de pesquisa, com meus estudos sobre a Sagrada Escritura durante este ano, e também lendo um pouco sobre ele na tradição passada pelos primeiros Padres da Igreja. São Lucas para mim é um exemplo do Cristo misericórdia, de um Jesus que cuida dos mais necessitados. O fato de termos poucas informações sobre ele mostra sua humildade; escreveu bastante sobre Jesus, sobre Maria, sobre os Apóstolos e sobre a Igreja nascente. Apesar de ter tido grande importância no ministério de Paulo, não colocou o seu nome se quer uma vez em seus livros. Sem muito prolongar, escrevi algumas informações sobre ele e sobre seus escritos.
Lucas nasceu em Antioquia da Síria.
Cresceu em uma família pagã. Mas foi
convertido pelo Apóstolo São Paulo, do qual se tornou inseparável e fiel
companheiro. Nas prisões de São Paulo, Lucas acompanhou o mestre, tanto no
cárcere como nas audiências, presença que o confortou nas masmorras e deu-lhe
ânimo no enfrentamento diante do tribunal do imperador. Na segunda e derradeira
vez, Paulo escreveu a Timóteo que agora todos o haviam abandonado, menos
um:"Só Lucas está comigo". E essa foi a última notícia certa do
evangelista. Lucas foi médico, conforme diz São Paulo na carta
aos Colossenses (4,14): “Saúda-vos Lucas, nosso querido médico”. Além disso,
segundo algumas tradições, ele ainda foi historiador, músico e pintor.
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Você aceita um pedacinho do céu?
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Discipulado
Não
quero estar em maus caminhos
Debaixo
de Tuas asas, meu abrigo protetor,
Afagado
pelos Teus carinhos.
Após de
Ti eu seguirei;
Nas
fadigas persistirei.
Que a
Tua Palavra mude minha vida
Para
transformar Tuas criaturas queridas.
Deixei
tudo para Te seguir,
Não
quero voltar atrás,
Quero
viver só por Ti,
Pois só
assim terei paz.
Te
conheci por causa de Tua Palavra,
Meu
coração ficou em chamas
Persevere
em minha alma,
É o que
coração clama.
No
balançar das águas do Teu amor,
Prometi
que mesmo na dor
Não Te
abandono.
Ao Teus
pés Te escutarei
Até a
cruz seguirei
A Tua
Paixão eu proclamo
Me
chamaste para caminhar na vida contigo,
Vou até
o fim, na dor, no sangue e até no perigo
Permanecendo
nesse amor, vou me consumindo
Sou
agora morada do Santo Espírito.
Pode
ser que a renúncia me abale,
Mas não
posso deixar que Tua boca cale
Fraquejar...
pode até acontecer,
Mas por
Tua vontade vou vencer.
Quero
fazer valer cada gota de sangue
Derramada
por mim. Não mereço!
Perseverar
Teu proceder
É e
será meu fim. Recomeço!
Seminarista Felipe Souza
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Você aceita um pedacinho do céu?
Você aceita um pedacinho do céu?
Quando estamos na Santa
Missa...
Em
algum momento lembramos ou rezamos à Santíssima Trindade? À Nossa Senhora? Aos
Santos? Aos Anjos?
Sim! Então, alguém concorda
que o céu inteiro para tudo que está acontecendo (gente batendo carimbo,
assinando folha de ponto, intercessão, etc.) para estar na Santa Missa?!
Brincadeira
à parte é uma comparação para ilustrar como a Missa acontece. Como disse muito
bem o Beato João Paulo II: "A Missa é um pedaço do céu".
E o que é que tem na
Santa Missa de importante para toda a “galera” do céu se fazer presente? Deus entra na história
da humanidade na pessoa de um Homem-Deus chamado Jesus. Ele ensinou de modo
simples como se deve viver a vida tranquilamente e AMAR acima de tudo,
garantindo assim o céu que já foi dado como graça através da maior prova de
amor que existiu: Deu a vida por toda a humanidade!
Dá pra imaginar que Deus
se fez homem e decidiu sofrer por amor a todos nós, sem nenhum de nós
merecermos?! Esta foi a "Paixão de Cristo"! Realmente, podemos também
dizer que foi uma “paixão grande” por cada um de nós; uma vontade imensa de nos
ver no céu, na felicidade eterna; uma “misericórdia gigante” capaz de não
conceber de modo algum que nós, filhos de Deus, continuássemos no inferno, ou
seja, distantes da presença de Deus.
Este ato de salvação foi
tão significativo que se estendeu além do tempo, alcançando aqueles que viveram
desde os primórdios da terra, e perpassando a história continua tocando e
mudando a vida de muitos, a nós e aos que ainda vão nascer. Perpassou o que
conhecemos como tempo!
Quando participamos da
Missa, entramos em comunhão com Deus na Santíssima Trindade; reconhecemos os
nossos erros e clamamos por piedade; glorificamos a Deus pelo perdão concedido
e por nos aceitar; paramos tudo para escutá-Lo a nos aconselhar, “puxar nossas
orelhas”. Depois de escutar Suas palavras de amor, reafirmamos nossa fé,
preparamos a mesa do banquete eucarístico, a refeição do céu, e entregamos a
nossa vida a Ele. Enfim, chega o momento mais esperado... O céu se abre e o
mesmo Verbo que se fez carne, se faz presente através do pão e do vinho, Corpo
e Sangue de Cristo humilde e acessível a nós. Por fim, Ele se entrega a nós e
também nos entregamos a Ele em uma total comunhão de amor. Ao final, vivemos e
reconhecemos um dos principais nomes da Missa: Missão! Após a Benção Final
somos enviados à missão e percebemos que a Missa começa também a partir deste
momento!
Contudo, vivamos esse
maravilhoso mistério! Quando irá experimentar desse pedacinho do céu?
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